terça-feira, 27 de outubro de 2009

Noções de DNS

Servidor DNS (BIND)
O DNS (Domain Name System) é o sistema responsável pela resolução de nomes em endereços IP, deixando a navegação na internet mais simples. Quando é digitado um endereço web em um browser ou um endereço ftp em um cliente ftp ou em qualquer outra aplicação, esta aplicação pergunta ao DNS quem é este endereço. O papel do DNS é resolver este nome em um endereço IP e retornar para quem o perguntou. Deste modo torna-se possível a navegação através de nomes.

DOMÍNIOS

O DNS é uma estrutura hierárquica onde sua origem se tem a partir de um ponto (.) e a partir daí temos os domínios e os subdomínios.
Todo host tem um nome e seu nome completo é chamdo FQDN (Full Qualified Domain Name), que é composto de duas partes, a parte que identifica o host dentro do domínio e a parte que identifica o domínio, por exemplo, em www.centosbr.org, o www significa o nome do host dentro do domínio centosbr.org, por isso que quando colocamos no browser apenas o centosbr.org a página é exibida normalmente. Nestes casos, a busca do DNS será realizada pelo domínio e não pelo host . A parte .org é chamado de TLD (Top Level Domain) e informa o tipo de domínio que se esta acessando. Os TLDs mais comuns são:

.com - Comercial
.edu - Educacional
.org - Organizacional
.gov - Governamental
.mil - Militar
.arts - Cultural

Os TDLs também identificam o país de origem dos hosts.

.br - Brasil
.jp - Japão
.nz - Nova Zelândia
.ca - Canadá

O DNS dentro da internet faz parte de uma complexa hierarquia dentro de um banco de dados, onde cada servidor DNS tem autorização de responder as requisições sobre os nomes de domínio de uma quantidade limitada de hosts.

DNS SERVER

O DNS pode ser conceitualmente dividido em três partes:

Espaço de nome de domínio
É a listagem das informações de todos os hosts da rede.

Resolvers
São programas ou rotinas de bibliotecas que extraem as informações solicitadas aos servidores DNS.

Servidores DNS
São os programas capazes de resolver uma requisição de nomes. Eles mantém os dados localizados nos espaços de nome de domínio.
Existem alguns servidores DNS espalhados pelo mundo, chamados de rootservers da internic que são os grandes servidores DNS dividindo as tarefas de resolução de nomes. Estes servidores são dispostos hierarquicamente, tendo como pai o servidor raiz. O papel destes servidores é interligar todos os servidores DNS do mundo.
O desenho abaixo, mostra como fica a disposição destes servidores, se uma solicitação é enviada para um domínio .com.br e este servidor não souber resolver este nome, a requisição será enviada para o servidor raiz que encaminha para o o servidor autorizado a responder esta requisição.


Com esta divisão fica mais fácil gerenciar os domínios artavés de entidades responsáveis, como é o Comitê Gestor da Internet do Brasil que é responsável por controlar a terminação .br.
Então, para uma resolução de nome de um domínio .com.br, o host envia uma requisição para o servidor raiz que o encaminha para o servidor que controla a TLD .com que novamente redireciona para o servidor responsável pela terminação .br o qual tem autorização para responder com o endereço IP referente ao nome, porém como a estrutura é hierárquica o .br nada sabe sobre o .com.
Para melhorar a performance de um serviço DNS configurado em um servidor local, é recomendável a distribuição deste serviço em outros servidores, nós podemos ter servidores do tipo:

Primary Master Server
Servidor primário do domínio, Possui autorização para resolução de nomes dentro de todo o domínio.

Secondary Master Server
Servidor secundário do domínio. Pode ser chamado de backup do servidor primário. Também possui autorização de resolução dentro do domínio, porém o servidor secundário faz downloads da lista de registros do servidor primário, em vez de guardar localmente.

Slave Server
Servidor escravo. Este servidor encaminho as requisições para uma lista conhecida de servidores de encaminhamento, porém não guarda nenhuma informação.

Forwarder Server
Servidores de encaminhamento. Encaminha requisições para servidores remotos

Caching Server
Respondem às requisições através do registro de cache que são coletados das requisições anteriores.
O servidor primário é o servidor que tem autorização para resolução de nomes dentro do domínio, com isso, todas as requisições dos hosts do domínio passarão por este servidor, por este motivo, quando o DNS server realiza uma pesquisa pela primeira vez, ele guarda a resposta em um cache interno, para que quando uma segunda requisição sobre este mesmo nome seja feita, o servidor possa responder de forma mais rápida, e sem a necessidade de realizar uma nova consulta, diminuindo o tráfego e consequentemente aumentando a performance.
Porém, se um servidor guarda uma informação por um longo período, esta informação ficará desatualizada e obsoleta, diminuindo a credibilidade do serviço. Para resolver esta questão foi implementado no DNS server um campo chamado TTL (Time to Live) que informa por quanto tempo uma informação ficará guardada no cache.
No LINUX, o servidor DNS que utilizaremos é o BIND (Berkeley Internet Name Domain) que oferece soluções tanto de DNS server quanto de DNS resolver library. Vamos mostrar como instalar e configurar o BIND 9.x.

INSTALAÇÃO

A instalação do BIND pode ser feita por

Citando:

#yum install bind


CONFIGURAÇÃO

Para iniciar, vamos configurar o resolver, esta configuração é necessária mesmo que não ser pretenda executar um servidor DNS. Para configurar o resolver, vamos primeiro editar o arquivo /etc/host.conf

Citando:

#vi /etc/host.conf


Neste arquivo podemos informar ao resolver, quais serviços usar e em que ordem. Segue algumas opções do arquivo host.conf.

Order
Especifica a ordem em que os mecanismos de resolução de nomes serão tentados. Estes mecanismos podem ser:
Ex.: order hosts,bind

hosts
Tenta resolver o nome localmente através do arquivo /etc/hosts

bind
Solicita a resolução de nomes a um servidor BIND

nis
Tenta a resolução de nomes através do protocolo NIS (Network Information Service).

Alert
Alerta se houve alguma tentativa de “fingir” um endereço IP, esta tentativa ficará registrada através do recurso syslog.
Ex.: alert on

NoSpoof
Se for usada a resolução reversa para corresponder o nome de um host a seu endereço, esta opção resolve o nome de host retornado para verificar se realmente pertence ao host solicitado.
Ex.: nospoof off

Obs.: Muita atenção ao habilitar esta opção, pois pode aumentar significativamente o tráfego no servidor.

Trim
Nesta opção é passado o nome do domínio, que é resolvido antes de realizar a procura no arquivo /etc/hosts. Desta forma não será necessário especificar o nome de domínio no arquivo, apenas os hosts básicos.
Ex.: trim centosbr.org

Multi
Esta opção terá efeito apenas na consulta hosts e especifica se um host poderá ter mais de um endereço IP no arquivo /etc/hosts
Ex.: multi off

Entendido com funciona cada opção do arquivo, segue um exemplo de um arquivo configurado:

Citando:

# Arquivo /etc/host.conf
#
# Tentará resolver os nomes localmente para depois solicitar a resolução ao BIND
order hosts,bind
#
# Não aceitará mais de um endereço IP no arquivo /etc/hosts
multi off
#
# Não será realizada a checagem de IP spoofing
nospoof off
#
# Serão regisrtadas as tentativas de “fingir IP”
alert on
#
# O domínio centosbr.org será resolvido antes de realizar a consulta no hosts
trim centosbr.org


Após editar o arquivo /etc/host.conf vamos configurar um arquivo chamado /etc/resolv.conf que especifica os servidores DNS para requisição de resolução de nomes e em que ordem devem ser contactados.

Podem ser usados três opções neste arquivo:

Domain
Especifica o nome de domínio local. Caso esta opção não esteja configurada, o resolver tenta obter este nome através da chamada de sistema getdomainname().
Ex.:
domain centosbr

NameServer
Especifica o endereço IP do servidor DNS. Esta opção pode ser usada três vezes, para especificar três servidores de nomes diferentes.
Ex.:
nameserver 192.168.0.1
nameserver 192.168.0.2
nameserver 192.168.0.3

Search
Quando se realiza uma consulta para resolução de nomes normalmente se coloca o nome do host.domínio, se o domínio não for especificado, esta opção lista os domínios a serem procurados. Caso esta opção não seja especificada no arquivo, a busca será realizada no domínio local e nos domínios pai.
Ex.:
search centosbr

Segue um arquivo /etc/resolv.conf configurado.

Citando:

#
# Arquivo /etc/resolv.conf
#
# Especifica o domínio local
domain centosbr
#
# Especifica o primeiro servidor a realizar a consulta
nameserver 192.168.0.1
#
# Especifica o segundo servidor a realizar a consulta
nameserver 192.168.0.2
#
# Especifica o terceiro servidor a realizar a consulta
nameserver 192.168.0.3


No exemplo acima não foi utilizada a opção search. Se for solicitada a consulta para um host cent01 primeiramente será realizada a consulta para cent01 depois para cent01.centosbr.

Com esta este arquivo configurado, finalizamos a configuração do resolver. Veremos agora como configurar o servidor de resolução de nomes, DNS Server, através do daemon named.

Antes de configurar o servidor DNS, precisamos entender a estrutura dele. Quando finalizamos a instalação do BIND no servidor, podemos verificar que os seguintes arquivos foram criados na pasta /var/named:

named.ca
Este arquivo possui todas as informações dos rootservers, espalhados pelo mundo. Estes rootservers são os grandes servidores de DNS do mundo, se seu servidor não sabe resolver uma solicitação de nome, encaminha para um desses servidores que realizará a resolução.

named.local
Neste arquivo esta a informação da zona local da máquina (localhost).

localhost.zone
Este é o arquivo de zona reversa, resolve endereço IP para nome.

Estes arquivos são padrões e não precisam ser editados.

Os hosts dentro de um domínio, tornam-se desatualizados e precisam ser alterados, ou inseridos novos hosts, ou até removidos, para este serviço é necessário um host com autoridade. Como nem todos os hosts podem der autoridade para tal processo, foram criadas zonas para delegar autoridade a alguns hosts.
Nas zonas são inseridas informações de hosts e dos subdomínios que fazem parte dela. As zonas de domínio são os arquivos responsáveis por informar ao DNS Server qual o servidor irá responder pelos diversos serviços de uma rede (ftp, e-mail, web, etc.)
Vamos ver como criar um arquivo de zona chamado centosbr.org.hosts:

Citando:

#vi /var/named/centosbr.org.hosts


Citando:

$ TTL 3600

@ IN SOA dns.centosbr.org. root.centosbr.org. (
2007061201 ; serial
28800 ; Refresh
14400 ; Retry
3600000 ; Expire
86400 ; Minimun )
IN NS dns.centosbr.org

dns IN A 192.168.1.1
www IN A 192.168.1.3
ftp IN A 192.168.1.3
smtp IN A 192.168.1.8
pop3 IN A 192.168.1.8
mail IN A 192.168.1.9


Os registros gravados em um arquivo zone são chamados SRR (Standard Resource Records) e todos possuem o mesmo formato básico.

[nome] [ttl]

Onde os campos nome e TTL não são obrigatórios.

O campo classe pode possuir os seguintes valores:

IN
Servidor Internet
HS
Servidores hesiod
CH
Servidores chaosnet

No campo tipo poderão ser usados os seguintes valores:

SOA
Start Of Authority – Indica a autoridade para os dados do domínio em questão
@ (AT)
Define a localização do domínio
Serial
Serve para manter os dados com o servidor escravo sincronizados. Toda vez que o servidor escravo se conectar com o servidor mestre e o serial estiver com um número menor, este copia as informações do servidor primário, caso contrário as informações ficam as mesmas.
Refresh
Este é o intervalo de tempo para a sincronização do servidor escravo com o primário, em segundos
Retry
Caso o servidor primário pare seu funcionamento pelo tempo estipulado nesta opção, o servidor escravo tentará reativar a comunicação repentinamente.
Expire
Tempo em que uma informação poderá passar no servidor escravo sem conexão com o servidor primário. Caso este tempo seja expirado, as informações do servidor escravo são consideradas desatualizadas, em certos casos, o servidor DNS pode parar de resolver nomes.
Minimum
Indica o tempo mínimo de resposta de um servidor de uma requisição de resolução de nomes.
NS
Lista o servidor de nomes para o domónio.
A
Mapeamento de nome para endereço
PTR
Mapeamento de endereço para nome
CNAME
Nome Canônico, serve como um aliases para um hostame já existente.
TXT
Informações
WKS
Well Known Services – Servidores conhecidos
HINFO
Host Information – Informações sobre o host.
MX
Mail Exchange – Servidor de e-mail, esta opção é seguida de um número, entre 0-65535, que determina a prioridade do serviço, quanto menor o número, maior a sua prioridade.

Com nossa zona criada, vamos configurar o arquivo de configuração geral do BIND, o /etc/named.conf, neste arquivo vamos encontrar a configuração do host que deverá ter a porta 53 aberta, por da serviços de DNS, e tanbém informações do servidor de DNS externo, onde o DNS server irá realizar as buscas.

Neste arquivo iremos inserir todas as zonas, criadas anteriormente e também vamos fazer a configuração global do DNS, na seção options.

Nesta seção existem várias opções configuráveis e todas elas podem ser encontradas em http://www.zytrax.com/books/dns/ch7/statements.html.

Citando:

#vi /etc/named.conf


Citando:

options {
directory “/var/named”;
listen-on {127.0.0.1; 192.168.0.1;};
forwarders {200.202.193.75; 200.202.193.76;};
};


Neste início configuramos três opções:

Directory
Indica qual diretório estão os arquivos de zona.

Listen-On
Nesta opção irão ser colocados os endereços IP das interfaces em que o DNS server irá responder, incluindo a interface de loopback. Lembrado que para usar o IPV6, a opção seria listen-on-v6.

Forwarders
Aqui irão ser colocados os endereços IP dos servidores externos, os servidores da provedora de internet, onde o servidor DNS irá realizar a busca para resolução de nomes. Neste exemplo o endereço IP é o servidor DNS da Velox.

Lembrando que para realizar a resolução de nomes, é necessária uma autenticação, que poderá ser encontrada no arquivo /etc/rndc.key, se não for inserido a chave de identificação neste arquivo, temos que inserir a opção apontando para este arquivo logo após às configurações globais:

Citando:

include “/etc/rndc.key”;


Depois de configuradas as opções globais, vamos configurar as zonas:

Citando:

zone “.” {
type hint;
file “named.ca”;
}

zone “0.0.127.in-addr.arpa” {
type master;
file “named.local”;
}

zone “centosbr.org” {
type master;
file “centosbr.org.hosts”
}


Nas zonas, definimos o nome da zona, seguido do tipo e do arquivo.

Os valores para a opção type são:

master
Indica que é um servidor mestre.

hint
Indica um servidor de cache.

slave
Indica um servidor escravo.

A zona “.”, definida inicialmente, faz referência ao arquivo named.ca que tem a lista dos principais servidores DNS espalhados no mundo.

A zona 0.0.127.in-addr.arpa é referente ao arquivo named.local, que contém a informação de resolução reversa.

E a última zona, centosbr.org é referente ao arquivo criado anteriormente, referente a zona de nossa rede interna.

Com o arquivo configurado, podemos inicializar o nosso servidor DNS.

Citando:

#service named start


Para parar o serviço:

Citando:

#service named stop


E para reinicializar o serviço:

Citando:

#service named restart


Nós podemos aumentar a segurança do nosso DNS Server utilizando as seções de acl e view.

Na seção acl nós iremos criar listas de endereços IP que poderão ser citados posteriormente nas views ou dentro das zonas.

Existem acls “especiais” já criadas pelo BIND, são elas:

none
Indica: nenhum host.

any
Indica todos os hosts.

[localhost]
Indica os endereços IP de todas as interfaces do DNS server. Por exemplo, se o servidor tiver uma interface com o IP 192.168.0.1, esta acl irá indicar o IP 192.168.0.1 e o 127.0.0.1.

localnets
Indicará todos os hosts da rede em que pertence o DNS Server. Se o DNS Server tiver apenas uma interface com o endereço IP 192.168.0.1 e a máscara 255.255.255.0, ou 192.168.0.1/24, esta acl indicará os hosts de 192.168.0.0 até 192.168.0.255 e também o 127.0.0.1.

Com a seção view podemos realizar uma configuração para várias zonas de uma só vez.

Vamos imaginar que nossa rede seja dividida em várias Vlans diferentes, cada Vlan indica um departamento.

DNS Server – 192.168.0.1
Vlan1 – 192.168.1.0/24
Vlan2 – 192.168.2.0/24
Vlan3 – 192.168.3.0/24

E queremos aumentar a segurança e a performance na resolução de nomes para essas Vlans. Para isso vamos criar uma acl contendo estas redes e uma view que irá conter as configurações de resolução de nomes das zonas.

Citando:

acl “rede_interna” {
192.168.1.0/24;
192.168.2.0/24;
192.168.3.0/24;
}

view “interna” {
match-clients {
“rede_interna”;}
recursion yes;

zone “vlan01” {
type master;
file “vlan01.hosts”;
}

zone “vlan02” {
type master;
file “vlan02.hosts”;
}

zone “vlan03” {
type master;
file “vlan03.hosts”
}
}

view “externa” {
match-clients {
“any”;
!”rede_interna”;}
recursion no;

zone “.” {
type hint ;
file “named.ca” ;
}
}


Note que habilitamos a opção recursion apenas na rede interna, lembrando que uma pesquisa recursiva obriga ao servidor entregar uma resposta direta, diferente da pesquisa interativa, onde o servidor poderá indicar o caminho do próximo servidor, caso não possua a resposta. Na rede “externa” que significa, todas as redes exceto a rede interna, a opção recursion ficará desabilitada, evitando tráfego desnecessário e futuros problemas.

Então nosso arquivo de configuração final, seria do tipo:

Citando:
#
# Arquivo /etc/named.conf
#
#
option {
directory “/var/named”
listen-on { 127.0.0.1; 192.168.0.1; }
forwarders { 200.202.193.75; 200.202.193.76; }
}
include “/etc/rndc.key”

acl “rede_interna” {
192.168.1.0/24;
192.168.2.0/24;
192.168.3.0/24;
}

view “interna” {
match-clients {
“rede_interna”;}
recursion yes;

zone “vlan01” {
type master;
file “vlan01.hosts”;
}

zone “vlan02” {
type master;
file “vlan02.hosts”;
}

zone “vlan03” {
type master;
file “vlan03.hosts”
}
}

view “externa” {
match-clients {
“any”;
!”rede_interna”;}
recursion no;

zone “.” {
type hint ;
file “named.ca” ;
}
}

Creditos: http://throberth.blogspot.com/2008/09/noes-de-dns.html

Nem tudo são bits e bytes

Quando entramos no mundo dos computadores, tudo é uma grande novidade, passamos horas a fio em frente a um monitor, testando programas, lendo artigos e construindo programas. Este fato faz com que, nós profissionais de informática, tenhamos uma tendência de trabalharmos sozinhos, afinal de contas, fazer uma coisa é mais simples que alterar.
Na academia estudamos, bancos de dados, linguagens de programação, estruturas, sistemas distribuídos etc., mas onde estão as disciplinas de relacionamento pessoal? Esquecemos que quase todos nossos sistemas, partem de uma necessidade humana, e terminam com o uso humano do sistema. Quantas vezes já escutei de profissionais de outras áreas, que somos individualistas no trabalho, temos enormes dificuldades de relacionamento. Pensei muito nisto nos últimos anos, e isto é uma verdade, mas não por culpa nossa. Não somos preparados para isto, pelo contrario, somos preparados para o trabalho individual, para a resolução do problema, custe o que custar.
A velha máxima de que nossos usuários são limitados, é propagada a quatro cantos por todos nós, estou em uma campanha com a finalidade de descobrir como trabalhar melhor com nossos usuários, e já consegui algumas respostas, que passo a compartilhar com todos vocês.

1. DESBUROCRATIZE O ACESSO A VOCÊ

Temos uma tendência a criar sistemas de controle de requisições feitas pelos usuários, por certo, com a finalidade de uma auditoria para fins de organização de trabalho. Mas sempre pedimos aos nossos usuários, “descreva o problema”. Hora, muitas vezes ele nem sabe o qual o problema, como poderá descrevê-lo? Nossos sistemas hoje permitem o uso da voz, imagem em conjunto com textos, certo que isto demanda recursos, muitas vezes não disponíveis, mas telefone todo mundo tem. Ligue pro seu usuário, procure saber sobre o problema com mais detalhes, sabendo de tudo que ocorre, muitas vezes não terá a necessidade de refazer o serviço.

2. PENSE COMO USUÁRIO

Lembre-se que seu sistema será usado por outros, não por você. Muitas vezes em nossa modesta opinião, a tela esta perfeita, adequada à necessidade do usuário, mas será que esta? Hora, se nossos usuários não têm a experiência suficiente, o que for mostrado a ele, estará perfeito. Revize seus métodos, também com outros profissionais de informática, ele pode encontrar uma melhor maneira de fazer.

3. NEM TUDO É SISTEMA

Certa vez em uma palestra escutei o seguinte comentário. “Se você informatiza um processo que esta sendo feito de maneira errada, você só aumenta a velocidade da bagunça.” Pondere muitas vezes antes de informatizar um processo. Será que ele esta correto? Será que não poderíamos melhorá-lo? Será que o fluxo das informações é a correta? Será que há necessidade daquele visto no documento em papel? Um bom sistema é precedido de uma boa analise é verdade, mas também de uma revisão de métodos de execução dos serviços. E a melhor maneira de conseguir isso é conversar, perguntar, questionar quantas vezes for necessária.

4. SEJA PROATIVO

Ser proativo é antecipar soluções, mostrar alternativas de como algo poderia ser feito melhor. Pessoas proativas são mais eficazes, destacam-se com mais facilidade e tornam-se mais aptas a exercer novas funções, novas atribuições e, conseqüentemente, ter êxito na vida pessoal e profissional. Busque os problemas, não deixe que eles cheguem ate você. Vá a eles antes. Antecipando os problemas, teremos erros menores, facilitando sua correção.

5. PACIÊNCIA

A paciência é uma qualidade que você deve desenvolver todos os dias. Se não está em um dia bom, nem tente conversar com o usuário, não teremos o resultado desejado. Exercite sua paciência frequentemente, trabalhos voluntários com crianças e idosos é uma boa escola. Atividades físicas fazem com que você descarregue suas energias negativas. Você verá que seu desempenho irá melhorar.
Quero finalizar dizendo que aprendi muito com o dia a dia, mas existem profissionais que podem nos ajudar. Temos no mercado cursos rápidos de relações interpessoais, oratória, de marketing pessoal, tudo isso pode ajudá-lo a melhorar seu sistema, porque nem tudo são bits e bytes.

Creditos: http://www.profissionaisti.com.br/2009/10/nem-tudo-sao-bits-e-bytes/

sábado, 24 de outubro de 2009

Computação em nuvem(Cloud Computing)

A nuvem computacional ou cloud computing consiste em compartilhar ferramentas computacionais pela interligação dos sistemas, semelhantes as nuvens no céu, ao invés de ter essas ferramentas localmente (mesmo nos servidores internos). O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas.
Um problema originado dentro das corporações é o alto custo com Tecnologia da Informação (TI). “As organizações de TI gastam hoje 80% de seu tempo com a manutenção de sistemas e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação. É dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje”, defende Clifton Ashley, diretor do Google para a América Latina.
Dentro desse contexto, o PC será apenas um chip ligado à internet, a "grande nuvem" de computadores. Não há necessidade de instalação de programas, serviços e armazenamento de dados, mas apenas os dispositivos de entrada (teclado, mouse) e saída (monitor) para os usuários.
Uma arquitetura em nuvem é muito mais que apenas um conjunto (embora massivo) de computadores. Ela deve dispor de uma infra-estrutura para gerenciamento, que inclua funções como aprovisionamento de recursos computacionais, equilíbrio dinâmico do workload e monitoração do desempenho.

Corrida pela Tecnologia

Empresas como Google e IBM foram os primeiros a iniciar uma grande ofensiva nessa que especialistas chamam de "nova fronteira da era digital", ou seja, a Nuvem Informativa (Information Cloud). Aos poucos essa tecnologia vai deixando de ser utilizada em laboratórios, passando a ingressar no universo corporativo e em breve em computadores domésticos.
O Google saiu na frente nessa grande tendência tecnológica, em 2002, com softwares de edição de textos, planilhas eletrônicas, correio eletrônico e agendas desenvolvidos para que fossem usados online, sem a necessidade de fazer o download para o computador.
Esses programas colocados na nuvem computacional são grátis e capazes de ser acessados de qualquer lugar, possivelmente livre de qualquer direito propriedade.
Essa é uma tendência que vem crescendo cada vez mais, e passa a ganhar espaço no mundo tecnologico, mas é impossível afirmar ainda se dará certo ou não. Guardar arquivos na web, utilizar programas virtuais deixando de lado os computadores domésticos em si e reforçar a idéia que tudo é de todos e ninguém é de ninguém não é uma coisa que seria bem vista por todos.
Atualmente, a Cloud Computing é dividida em tres partes:
IaaS (Infrastructure as a Service - infra-estrutura como serviço) Onde utiliza-se de uma porcentagem de um servidor, geralmente com configuração que adeque a sua necessidade.
PaaS (Plataform as a Service - Plataforma como serviço) Onde utiliza-se apenas uma plataforma como um banco de dados, um web-service, etc.
SaaS (Software as a Service - Software como serviço) Onde utiliza-se de um software em regime de utilizaçao web (ex: Google docs)

Vantagens

A maior vantagem da computação em nuvem é a possibilidade de utilizar softwares sem que o mesmo esteja instalado em seu computador pessoal. Mas podemos citar algumas outras vantagens :
Na maioria das vezes o usuário não precisa se preocupar com o sistema operacional e hardware que está usando em seu computador pessoal , podendo acessar seus dados na "nuvem computacional" independente disso;
O trabalho corporativo e o compartilhamento de arquivos se tornam mais fáceis, uma vez que todas as informações se encontram no mesmo lugar , ou seja , na "nuvem computacional";
O usuário tem um melhor controle de gastos ao usar aplicativos , pois a maioria dos sistemas de computação em nuvem fornecem aplicações gratuitamente, e quando necessário o usuário paga somente pelo tempo de utilização dos recursos , não necessitando pagar por licenças de instalação de software, como acontece hoje em dia;
No Brasil
No Brasil, a tecnologia de computação em nuvem ainda é muito recente. Os primeiros testes foram implementados em 2007, sendo que somente em 2008 começou a ser oferecido comercialmente.
A empresa Katri foi a primeira a desenvolver a tecnologia no Brasil (2002), batizando-a IUGU. Aplicada inicialmente no site de busca de pessoas físicas e jurídicas (Fonelista), durante o período que o mesmo esteve no ar, de 2002 a 2008, seus usuários puderam comprovar a grande diferença na velocidade em pesquisas proporcionadas pelo processamento paralelo. Atualizando para 2009, a tecnologia tem evoluido muito e sistemas funcionais desenvolvidos no início da década, já passam de sua 3ª geração, incorporando funcionalidades e utilizando de tecnologias como Índices Invertidos (Inverted Index).

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Como recuperar a senha o root

Existem duas formas de se recuperar a senha do root:
boot;
lilo (ou grub).

O método utilizado foi testado nas distribuições Conectiva e Slackware, porém seu resultado não deve ser diferente em outras distribuições, visto que o software de gerenciamento de boot é o mesmo, mas pelo menos fica a deixa.
Ao inicializar a máquina e aparecer o prompt do LILO (LILO:), digite:

linux init=/bin/bash

Se o seu lilo estiver protegido por senha (através da opção restricted1) você irá precisar lembrar da senha que definiu no arquivo lilo.conf. Caso não se lembre, a recuperação da senha de root será possível somente através de boot por disquete ou CDROM.

Caso contrário, o LILO carregará o kernel normalmente e te trará o prompt do shell do super usuário sem a necessidade de login. Uma vez no shell, digite:

mount -o remount -rw /
passwd

Digite a nova senha para o root e pronto, "recuperamos" a senha do root!

Creditos: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Como-recuperar-a-senha-o-root?pagina=1

Resumo da Norma ISO/IEC 13335-3

Este artigo esclarece de forma sucinta a norma ISO/IEC TR 13335 parte 3 - Techniques for the management of it security. Publicada em 1998, descreve técnicas de gestão de segurança para a área de tecnologia da informação. Pode ser utilizada para trabalhar em conjunto com a BS 7799-2, que sugere quais os processos devem ser implantados para conduzir a gestão de segurança, enquanto que a ISO 13335-3 descreve as técnicas. Verifica-se que a parte 3 desta ISO em praticamente todas as cláusulas trata da gestão de risco com técnicas de análise de risco.

A norma consiste em 5 partes, sob o título geral de tecnologia da informação: diretrizes para gerenciamento da segurança em TI.
Parte1: conceitos e modelos para segurança em TI.
Parte2: gerenciamento e planejamento da segurança TI
Parte3: técnicas para o gerenciamento de segurança em TI
Parte4: seleção de proteção
Parte5: proteção para conexões externas.
A norma provê diretrizes no gerenciamento da segurança em TI. A norma deve ser adequada para as necessidades específicas de cada organização. Ela está dividida em 12 cláusulas e foi baseada nas diretrizes gerais das normas ISO/IEC TR 13335-1 e ISO/IEC TR 13335-2.


1. Técnicas para o gerenciamento da segurança em TI


Inclui a análise dos requisitos de segurança, o estabelecimento de um plano para satisfazer esses requisitos, a implementação do plano, bem como a manutenção e administração da segurança implementada.

É extremamente importante, em um gerenciamento de segurança, o processo de avaliação dos riscos, identificando como podem ser reduzidos e qual nível é aceitável.

2. Objetivos, estratégia e políticas da segurança em TI


Depois de estabelecidos os objetivos da segurança em TI e a estratégia de segurança, deve ser desenvolvida uma política de segurança corporativa. Além de baseada na análise de risco, essa política deve considerar os aspectos organizacionais, inclusive os objetivos corporativos e a cultura da empresa. É muito importante que a política de segurança esteja alinhada com a política corporativa.

2.1. Objetivos e estratégia da segurança em TI

Conhecer quanto o negócio depende de TI, a troca de informações e quanto a acuracidade, integridade, disponibilidade, confidencialidade são essenciais para a tomada de decisão, é fundamental que seja considerado qual o nível de risco que é aceitável para a organização. A correta definição desses parâmetros e o seu entendimento pela direção da empresa, influenciam fortemente no sucesso do gerenciamento da segurança.

O conhecimento de quanto a TI é importante para a organização é o ponto de partida para a definição dos objetivos e estratégias de segurança.

2.2. Política de segurança de TI corporativa

Uma política de segurança corporativa de TI deve ser produzida baseada de acordo com a estratégia e objetivos de segurança de TI.

É necessário estabelecer e manter uma política corporativa de segurança consistente com o negócio, segurança, políticas de TI, legislação e regulamentação.

Atividades relevantes de segurança descritas na política de segurança corporativa podem ser baseada nas estratégias e objetivos organizacionais, nos resultados das análises de risco, revisões, acompanhamento de resultados e nos relatórios de incidentes relevantes.

Essa política deve ser escrita de forma que seja compreendida por todos os níveis da organização. É importante que os funcionários assinem um documento formalizando o conhecimento da política de segurança e de suas responsabilidades. É fundamental um programa de divulgação e conscientização dessa política de segurança para todos os níveis da organização.

3. Ações de estratégia de análise de risco corporativa


A organização, antes de realizar uma análise de risco, deve ter definida a sua estratégia de análise, ou seja, metodologia, técnicas, ferramentas etc. Esta estratégia deve estar documentada na política de segurança corporativa de TI. Esses critérios abrangem, entre outros, o nível de risco aceitável, transferência do risco etc. A organização deve aprovar esses critérios.

Abaixo são apresentados quatro tipos de análise de risco. O que diferem elas, é o nível de detalhes.
Método Básico;
Método Informal;
Análise de risco detalhada;
Método combinado;
3.1 Método Básico

A organização pode aplicar os critérios de análise de risco, selecionando as correções padrão.

3.1.1. Vantagens
Mínimo de recursos é necessário para selecionar as correções, envolvendo tempo de esforço de TI;
Muitas correções básicas, são similares as adotadas para muitos sistemas que estão rodando nas organizações;
3.1.2. Desvantagens
Se o critério da base de risco dor definido como alto, pode ser um nível excessivo para alguns sistemas;
Se o nível definido como muito baixo alguns sistemas ficarão expostos;
Há dificuldade na gestão das mudanças relevantes de segurança. Se um sistema for atualizado, pode ser difícil avaliar se as correções básicas ainda são suficientes;
Se os sistemas de TI têm um nível baixo de requisitos de segurança, então essa é a melhor estratégia de custo benefício. Muitas organizações implementam o mínimo de correções necessárias para proteger dados sensíveis para atender as regulamentações.

3.2. Método Informal

É uma análise informal não estruturada em métodos, mas explora o conhecimento e experiência das pessoas.

3.2.1. Vantagem
Normalmente essa abordagem não requer muitos recursos e tempo. Não necessita uma habilidade adicional para conduzir este tipo de análise;
3.2.2. Desvantagens
Sem um processo formal os detalhes importantes são perdidos em uma próxima análise;
A justificativa para implementação de correções sem uma avaliação de risco se torna difícil;
Indivíduos que tem um mínimo de experiência em análise de risco, podem ter dificuldade em fazer esta tarefa;
Alguns métodos avaliações no passado estavam direcionados para vulnerabilidades como correções de segurança, aonde eram implementadas baseadas somente nas vulnerabilidades identificadas, sem considerar todo o ambiente;
Pode ser um problema se a pessoa que fez a análise de risco, deixar a organização;
As desvantagens acima mostram que essa opção não é um método efetivo de análise de risco para muitas organizações.

3.3. Análise de risco detalhada

É a terceira opção, onde é conduzida uma análise de risco detalhada para todos os sistemas de TI na organização. Esse processo envolve em detalhes a identificação e avaliação dos ativos, determinação das ameaças e vulnerabilidades. Os resultados da análise são usados para estimar os riscos, além de identificar justificar correções de segurança.

3.3.1. Vantagens
É provável que as correções apropriadas sejam identificadas para todos os sistemas;
Os resultados podem ser usados no gerenciamento das mudanças de segurança;
3.3.2. Desvantagens
Esse método requer uma considerável quantia de tempo, esforço e experiência para obter resultados. Há possibilidade de que as necessidades de segurança de um sistema crítico podem ser atendidas muito tarde. Todos os sistemas devem ser analisados no mesmo nível de detalhes, necessitando uma soma de tempo para completar esta análise.
3.4. Método combinado

A quarta opção conduz uma análise inicial de alto nível para todos os sistemas de TI, concentrando os valores do negócio que tais sistemas possuem, bem como os riscos a que estes sistemas estão expostos.

3.4.1. Vantagens
A incorporação desse método é rápida e simples, mostrando ganhos no programa de análise de risco;
É possível rapidamente construir uma estratégia para um programa de segurança organizacional;
Os recursos e investimentos podem ser aplicados aonde houver maior benefício, e sistemas que tenham maior necessidade de proteção devem ser priorizados;
3.4.2. Desvantagens
Como uma análise de risco inicial está em um alto nível e potencialmente menos exata, alguns sistemas podem não ser identificados nos detalhes da análise de risco.
Entretanto estes sistemas poderão ser convertidos de acordo com a segurança.

4. Identificação dos ativos


Um ativo não se limita a software e hardware. É tudo aquilo que tem valor para a organização. Os valores destes ativos devem ser providos pelos seus proprietários e usuários destes ativos.

Alguns tipos de ativos: dados, hardware, software, equipamentos de comunicação, dispositivos, documentos, pessoas, entre outros.

5. Avaliação de ameaças


Os ativos estão expostos a vários tipos de ameaças. Essas ameaças quando exploram as vulnerabilidades causam incidentes de segurança e considerável impacto, dependendo do valor do ativo para a organização.

As ameaças podem ter origem natural ou humana, tais como: erros ou omissão, fraudes ou roubo, sabotagem, vírus, incêndio, acidentes naturais, entre outros.

6. Avaliação de vulnerabilidades


Esta avaliação inclui a identificação de fraquezas no ambiente físico, organizacional, procedimentos, gerenciamento, softwares, hardwares, etc., que podem ser exploradas por uma ameaça, causando uma perda de confidencialidade, integridade ou disponibilidade.

O resultado da avaliação é a relação dos ativos e as vulnerabilidades, classificadas, por exemplo, como baixa, média e alta.

7. Avaliação de riscos


O objetivo é identificar através de uma avaliação, os riscos que os ativos estão expostos e identificar e selecionar uma correção de segurança justificada e apropriada. Com um conjunto de fatores como valor do ativo, vulnerabilidades e ameaças relacionadas, pode se obter o valor do risco.

Porém existem diferentes tipos de metodologias de análise, baseada em determinação de valores dos ativos, vulnerabilidades e ameaças, inclusive com softwares para automatizar esta análise.

8. Política de segurança do sistema de TI

A política de segurança de um sistema de TI deve conter detalhes de proteções requeridas e descrever porque são necessários. O plano de segurança de TI para o sistema procede em como implementá-los. A política de segurança de um sistema de TI deve ser compatível com a política de segurança de TI incorporada, e todo o conflito deve ser evitado, deve ser baseada nas análises estratégicas de riscos usadas.

9. Plano de segurança de TI


O plano de segurança de TI é um documento de coordenação definindo as ações a serem tomadas para implementar as proteções requeridas para um sistema de TI.

10. Implementação do plano de segurança de TI


A correta implementação de segurança das proteções depende de um plano de segurança bem estruturado e documentado, consciência de segurança e treinamento associado com cada sistema de TI deve ter um lugar em paralelo.

11. Implementação das proteções


Para a implementação das proteções, todos os passos necessários descritos no plano segurança de TI devem ser realizados. Para assegurar a continuidade e consistência, a documentação das proteções é uma parte importante da documentação de segurança de TI. Os procedimentos detalhados dos testes de segurança devem ser escritos, e um relatório de teste padrão deve ser usado.

12. Consciência de segurança


O objetivo do programa da consciência da segurança é acrescentar um nível de consciência dentro da organização no ponto onde a segurança se torna a segunda natureza e o processo se torna uma rotina que todos os empregados podem seguir facilmente.

O desenvolvimento do programa da consciência da segurança começa com uma revisão das estratégias de segurança, objetivos e políticas. A equipe de revisão deve determinar a avaria dos requisitos de acordo com a política de segurança de TI incorporada, tendo como instrumentos de acompanhamento o programa e monitoramento dos programas de consciência de segurança.

13. Treinamento da segurança


O treinamento específico de segurança é requerido para pessoas com tarefas e responsabilidades relatadas para segurança de TI. O grau de profundidade do treinamento da segurança deve ser determinado conforme a importância total de segurança de TI para a organização, e deve variar de acordo com os requisitos de segurança dos papéis executados. Um programa de treinamento de TI deve ser desenvolvido para cobrir toda necessidade da segurança relevante para a organização.

14. Aprovação dos sistemas de TI


Organizações devem assegurar que a aprovação ocorre para todos ou sistemas de TI selecionados que se encontram com os requisitos de política de segurança de sistemas de TI e plano de segurança de TI. Esse processo de aprovação deve ser baseado em técnicas como verificação de segurança, teste de segurança, e/ou avaliação de sistema. Essa aprovação deve ser válida para um ambiente operacional definido, e para o período de tempo indicado no plano ou política de segurança do sistema de TI. Qualquer mudança significante para segurança de proteções implementada, ou mudanças de procedimentos relevantes de segurança operacional, podem requerer uma nova aprovação. Critérios para estimular uma nova aprovação devem ser incluídos na política de segurança do sistema de TI.

15. Verificação da conformidade da segurança


A verificação da conformidade da segurança é a revisão e analise da implementação das proteções. É usado para verificar se os sistemas de TI ou serviços para os requisitos de segurança, documentados na política de segurança de sistema de TI e plano de segurança de TI.

16. Mudança de gerência


O ambiente de TI está em constantes mudanças, tais mudanças são conseqüências de novos produtos, atualizações de softwares, novos usuários, interconexões adicionais na rede, etc.

Quando uma mudança no sistema de TI ocorre, é importante determinar quais os impactos que ela irá gerar no ambiente, algumas mudanças são mais significativas que outras, porém todas devem ser analisadas com os riscos e custos medidos. As mudanças menores podem ser feitas informalmente, porém os resultados e as decisões de gerenciamento devem ser documentadas.

17. Monitoramento


Verifica se o sistema, seus usuários e o ambiente em si mantêm o nível de segurança dentro do plano de segurança de TI. Um plano de procedimentos para o dia a dia deve ser elaborado e usado como um guia para as operações e deve ser mantido atualizado. Monitoramento é importante para detectar mudanças de segurança relevantes. Recursos devem ser monitorados para detectar mudanças em seus valores. Razões para essas mudanças são: objetos do negócio e da organização, as aplicações rodando no sistema de TI, as informações processadas no sistema de TI e os equipamentos de TI.

18. Manipulação de incidentes


É muito importante criar um Esquema de Análise de Incidentes (IAS) para identificar riscos e medir sua severidade. Para ser bem sucedido, um IAS deve ser construído com os requisitos dos usuários.

Os resultados obtidos com o desenvolvimento de um IAS são: propiciar analise de riscos e revisões de gerenciamento de riscos, prevenção de incidentes, levantamento do nível de conscientização sobre segurança de TI e proporciona informações de alerta, bem como equipes responsáveis por emergências.

Os aspectos chave de um IAS são: estabelecimento de planos pré determinados para manipulação de incidentes quando eles ocorrem e treinamento de pessoal para investigação de incidentes, bem como equipes de resposta a emergências.

Anexos
19. Anexo B - Validade dos recursos


A validade dos recursos em uma organização é um passo essencial em todas as análises de risco. Para executar a validade dos recursos em uma organização, primeiro devem-se identificar os recursos. O dono do recurso que deve ser responsável por determinar o seu valor.

O próximo passo é fazer uma escala de importância e atribuir níveis de acordo com a importância de cada recurso. Essa escala pode ser quantitativa ou qualitativa, a decisão de qual escala utilizar é um problema em muitas organizações.

O critério básico para atribuição de valores para cada recurso deve ser escrito em termos não ambíguos. Possíveis critérios para determinar o valor do recurso podem ser, seu custo de compra, custo de substituição, ou custo de recriação, ou pode ser um valor abstrato como, por exemplo a reputação da companhia.

Outra base para validação dos recursos é o custo devido a perda de confidencialidade, integridade ou disponibilidade como resultado de um incidente.

Muitos recursos podem ter vários valores atribuídos durante a validação. Esses recursos podem ser pelo trabalho gasto para desenvolvê-los bem como o valor que tem se cair nas mãos de um concorrente como por exemplo, um plano de negócios de uma organização. O processo de validação deve levar em consideração todos esses aspectos.

Finalmente, todas as validações de recursos devem ser reduzidas para bases comuns. Seguindo alguns critérios que deve levar em consideração danos resultantes da perda de confidencialidade, integridade ou indisponibilidade como: violação de legislação ou regulamentações, redução da performance dos negócios, ruptura de informações pessoais, riscos de segurança pessoal, ruptura de confidencialidade comercial, ruptura de ordem publica, perdas financeiras, rompimento das atividades de negócio e riscos na segurança do ambiente. Estes são alguns exemplos de critérios que devem ser considerados na validação dos recursos, cada organização, deve adequar seus critérios com a sua realidade.

Depois de estabelecer os critérios, a organização deve colocá-los em uma escala. O primeiro passo é decidir o número de níveis a ser usado. Não existe uma regra para o número de níveis, cada organização deve escolher de acordo com suas características. Normalmente o número de níveis fica entre 3 (ex. baixo, médio e alto) e 10.

Os níveis de valores podem ser atribuídos de acordo com critérios selecionados por exemplo, possível perda financeira, pode ser medida em valores, mas considerando a segurança pessoal, um medida financeira não será apropriada. Os níveis variam de acordo com a realidade de cada organização, pois um valor que pode ser insignificante para uma grande organização pode ser desastroso para uma pequena organização.

20. Anexo D - Exemplos de vulnerabilidades


A seguir estão listadas as principais vulnerabilidades em várias áreas de segurança:

20.1. Ambiente e Infra-estrutura

Falta de segurança no prédio, portas e janelas; falta de controle de acesso; energia instável.

20.2. Hardware

Susceptibilidade a poeira, umidade, sujeira; susceptibilidade a variações de temperatura; manutenção insuficiente; sensibilidade à radiação eletromagnética.

20.3. Software

Especificação incorreta e/ou confusa para os desenvolvedores; testes insuficientes; interface complicada; senhas de acesso não protegidas; download e uso sem controle; falta de documentação; falta de backup.

20.4. Comunicações

Linhas desprotegidas; falta de identificação e autenticação do receptor e transmissor; falta de comprovação de que uma mensagem foi enviada; transmissão de senhas de acesso de forma clara.

20.5. Documentos

Estocagem desprotegida; processo de cópia sem controle.

20.6. Funcionários

Trabalho de terceiros ou limpeza sem supervisão; insuficiente treinamento de segurança; uso incorreto de hardwares e softwares; falta de mecanismos de monitoramento; falta de uma política de uso de ferramentas de comunicação; procedimentos de seleção incorretos.

21. Anexo E - Método de análise de tipo de riscos


A análise de riscos tem os seguintes estágios:
Identificação dos bens e seus valores;
Avaliação das ameaças;
Avaliação das vulnerabilidades;
Avaliação das medidas de segurança existentes ou planejadas;
Avaliação dos riscos.
A avaliação dos riscos, é uma combinação dos impactos causados por incidentes e o nível das ameaças e vulnerabilidades levantadas. Os riscos são em função dos:
valores dos bens;
as ameaças;
a facilidade de exploração das vulnerabilidades pelas ameaças;
as medidas de segurança, que podem reduzir as vulnerabilidades.
O objetivo da análise de risco é identificar os riscos aos quais os sistemas estão expostos, a fim de selecionar as mais apropriadas medidas de segurança. Para avaliar os riscos diversos aspectos devem ser considerados, incluindo o impacto e a freqüência com que eles ocorrem.

O impacto pode ser avaliado de modo quantitativo ou qualitativo, ou até mesmo de uma combinação de ambos. Para avaliar a freqüência com que o risco ocorre, deve ser estabelecido um período de tempo durante o qual os bens necessitam estar protegidos. A probabilidade de uma ameaça ocorrer é afetada pelos seguintes itens:
A atratividade do bem;
A facilidade de conversão do bem em recompensa;
As capacidades técnicas do agente ameaçador;
A freqüência da ameaça;
A susceptibilidade da vulnerabilidade às ameaças.
Muitos métodos fazem uso de tabelas e combinam medidas subjetivas e empíricas. Atualmente não existe um método correto ou errado, as empresas devem utilizar o método que seja mais cômodo e que garantem mais resultados perante às suas necessidades. Um exemplo de técnicas com tabelas está apresentado na tabela1.

Nos métodos de análise de risco deste tipo, os bens são avaliados em valores reais ou estimados em termos de custos de substituição e/ou reconstrução. Estes custos são então convertidos para uma escala qualitativa. Softwares são avaliados da mesma maneira que bens físicos, tendo inclusive seus valores intrínsecos avaliados, como confidencialidade ou integridade do código-fonte.

As avaliações dos dados são obtidas entrevistando-se o pessoal que pode falar com autoridade sobre os dados em questão, determinando-se assim os valores e a sensibilidade dos dados. A avaliação é feita levando-se em consideração algumas regras como, por exemplo: segurança das pessoas, informação das pessoas, obrigações legais, leis, interesses comerciais e econômicos, política de negócios e operações, entre outros.

Estas regras facilitam a identificação dos valores em uma escala numérica (de 1 a 4), como mostrado na figura. O próximo passo é então a avaliação das ameaças e das vulnerabilidades, em ALTA, MÉDIA, BAIXA, que é geralmente feita através de questionários feitos aos funcionários técnicos, pessoal, inspeções nos locais e revisões de documentação. Feito isso, pode-se medir o risco aplicando a tabela mostrada acima.

Para cada bem, as vulnerabilidades relevantes e suas correspondentes ameaças são consideradas. Se existe uma vulnerabilidade sem ameaça, ou ameaça sem vulnerabilidade, então não há risco algum.

O tamanho da tabela, em termos de números de severidade de ameaças, vulnerabilidades ou valor dos bens, pode ser ajustado para atender às necessidades da empresa.

Creditos: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Resumo-da-Norma-ISO-IEC-133353?pagina=1

Premissas Básicas do Fracasso – O “I” da TI

Nos muitos anos de experiência na área, pode-se dizer que já vi de tudo e mais um pouco.

O que mais me chama a atenção, ainda hoje, é que, invariavelmente, um grande número de empresas ainda enfrenta problemas primários com suas soluções de TI.

O primarismo a que me refiro diz respeito muito mais ao uso do que as ferramentas existentes. Em termos de tecnologia, podemos dizer que somos bombardeados com uma avalanche de novos recursos de TI diariamente. Entretanto, boas práticas de uso destes recursos não evoluem na mesma proporção.

Prova disto é que o número de casos de insucesso nos projetos de implementação de soluções é enorme. Se você é da área, pense um pouco e , com certeza , se lembrará de meia dúzia de casos enrolados que estão em andamento neste exato momento.

Analisando alguns casos de insucesso, pude constatar que, invariavelmente, projetos equivocados de TI poderiam ser explicados muito mais a partir de uma avaliação do I do que do T.

Podemos perceber a importância do I, simplesmente considerando a interação dos interlocutores chaves no âmbito de um projeto.

A informação que se obtém depende dos usuários.
A informação que se recebe depende de uma tradução dos analistas.
A informação que se constrói depende de uma tradução em algoritmos por parte dos desenvolvedores.
A informação que se espera, ao final, fica a cargo de quem pagou ou esta pagando pelo projeto.
Imagine, agora, o enorme esforço que estes elementos precisam fazer para que estas informações trafeguem de uma mente à outra sem comprometer sua integridade.

Por mais espetacular que seja a Tecnologia adotada, fica fácil concluir que, basta haver um acumulo de equívocos cognitivos no trafego acima e teremos o Caos completo em alguns meses de projeto.

É preciso reorientar o foco e, o mais rápido possível, entendermos que o indivíduo é a chave do sucesso num projeto de TI.

Pessoas com excelente conhecimento técnico existem aos montes no mercado, mas são raríssimos os profissionais que conseguem garantir a fluidez e a qualidade da informação ( tão cara ) nos limites de um cenário com interlocutores tão díspares.

Creditos: http://www.profissionaisti.com.br/2009/10/premissas-basicas-do-fracasso-o-i-da-ti/

Banda Larga a R$ 29,80!!!

Ficou espantado com o título??? Mas pode acreditar, pois não é pegadinha do malandro.

O governador do estado de SP, José Serra, assinou um decreto que cria o programa Banda Larga Popular. A idéia é boa, incentivando a inclusão digital. A Telefônica (isso mesmo, a Telefônica) já aderiu ao programa.

O objetivo era oferecer banda larga com velocidade abaixo de 1 Mbps a R$ 29,80. Mas como a Telefônica não é boba, vai oferecer banda larga bem abaixo de um mega mesmo! Vai oferecer 250 Kbps a R$ 29,80 !

Eu achei caro, pois o plano de 500 Kbps com impostos está R$ 49,90! Nem tudo é perfeito. Agora é aguardar o resultado do serviço prestado.

Segue abaixo o comunicado da Telefônica:

“Acesso ilimitado a R$ 29,80

O novo serviço de internet popular, lançado hoje pela Telefônica, terá velocidade de 250 kbps, a um custo fixo mensal de R$ 29,80. Neste valor, já estão inclusos modem, instalação e provedor. Uma das principais vantagens do produto é o consumo ilimitado. A outra é que a linha telefônica fica liberada para fazer e receber chamadas. A companhia apresenta detalhes do serviço na Futurecom, feira que ocorre neste momento em São Paulo.”

Em outro comunicado da Telefônica afirma que a data de lançamento é dia 09 de novembro.
Creditos:http://www.profissionaisti.com.br/2009/10/banda-larga-a-r-2980/

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Pérolas do Helpdesk

Veja o que aconteceu em um Suporte Tecnico de Informatica. Esta e uma história verídica que ocorreu em uma famosa empresa de Sao Paulo. Nao precisaria dizer que a pessoa que trabalhava no suporte foi demitida, mas ela esta movendo um processo contra a organizaçao, que a demitiu por justa causa. Segue o dialogo entre o ex-funcionário e o cliente da empresa:
- Help desk assistência, posso ajudar?
- Sim, bem… estou tendo problema com o Word.
- Que tipo de problema?
- Bem, eu estava digitando e, de repente, todas as palavras sumiram.
- Sumiram?
- Elas desapareceram. Nada.
- Nada?
- Está preta. Nao aceita nada que eu digite.
- Voca ainda esta no Word ou ja saiu?
- Como posso saber?
- Voce ve o Prompt C: na tela?
- O que é esse ‘promete-se’?
- Esquece. Voce consegue mover o cursor pela tela?
- Nao há cursor algum. Eu te disse, ele nao aceita nada que eu digite.
- Seu monitor tem um indicador de força?
- O que é monitor?
- E essa tela que parece como uma TV. Ele tem uma luzinha que diz quando esta ligado?
- Nao sei.
- Bom, olhe atras do monitor, então veja aonde esta ligado o cabo de força. Voca consegue fazer isso?
- Acho que sim.
- Otimo. Siga para onde vai o cabo e me diga se ele está na tomada.
- Tá sim.
- Atras do monitor, voca reparou que existem dois cabos?
- Nao.
- Bom, eles estão aí. Preciso que você olhe e ache o outro cabo.
- Ok, achei.
- Siga-o e veja se ele esta bem conectado na parte traseira do computador.
- Nao alcanço!
- Hum. Você consegue ver se está?
- Nao.
- Mesmo se você ajoelhar ou se debruçar sobre ele?
- Ah, não, tá muito escuro aqui!
- Escuro?
- Sim, a luz do escritório tá desligada, e a única luz que eu tenho vem da janela, lá do outro lado.
- Bom, acenda a luz então!
- Não posso.
- Por que não?
- Porque estamos sem energia.
- Estao… sem energia…?
Longa pausa…
- Ah! ok, descobrimos o problema agora!
Voce ainda tem a caixa de papelão e os manuais que vieram com o seu micro?
- Sim, estao no armario.
- Bom! Entao, voce desconecta o seu sistema, pega tudo, empacota e leva de volta para a loja.
- Serio?? O problema e tao grave assim?
- Sim, temo que seja.
- Bom, entao ta. E o que eu digo na loja?
- Diga que você e BURRO demais pra ter um computador!!!

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USUARIO: - Nao consigo imprimir. Cada vez que tento, o computador diz: ‘Nao a possivel encontrar a impressora’. Ja levantei a impressora e coloquei-a em frente ao monitor para ele ver, mas o computador continua dizendo que nao consegue encontra-la.’
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SUPORTE: - Serviço ao Manual da HP. Em que posso ser util?’
USUARIO: - Tenho uma impressora HP que precisa ser reparada.’
SUPORTE: - Que modelo e?’
USUARIO: - E uma Hewlett-Packard…’
SUPORTE: - Isto eu ja sei. Quero saber se e colorida ou preto e branco.’
USUARIO: - E bege!’
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SUPORTE: - Bom dia. Posso ajudar em alguma coisa?’
USUARIO: - Nao consigo imprimir.’
SUPORTE: - Pode clicar no ‘Iniciar’ e…’
USUARIO: - ‘Caaalma ai Nao responda assim muito tecnicamente. Nao sou o Bill Gates!’
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USUARIO: - De repente aparece uma mensagem na minha tela que diz ‘Clique Reiniciar’… O que eu devo fazer?’
SUPORTE: - O senhor aperte o botao solicitado, desligue e ligue novamente.’
Sem pestanejar, o usuario desliga o telefone na cara do atendente e liga para o suporte novamente.
USUARIO: - E agora o que eu faço?’
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USUARIO: - Tenho um grande problema. Um amigo meu colocou um protetor de tela no meu computador, mas a cada vez que mexo o mouse, ele desaparece!!!’
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SUPORTE: - Em que posso ajudar?’
USUARIO: - Estou escrevendo o meu primeiro e-mail.’
SUPORTE: - OK, qual e o problema?’
USUARIO: - Ja fiz a letra ‘a’. Como e que se faz o circulozinho em volta dela pra fazer o tal arroba?’
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SUPORTE: - Suporte do seu Provedor de Internet, bom dia. O que deseja?’
USUARIO: - Moço, a Internet tambem abre aos domingos?’
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Depois de um tempo falando com o atendente do suporte.
SUPORTE: - O que tem do lado direito da tela?’
USUARIO: - Uma samambaia!’
SUPORTE: silencio…
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Fonte: http://blog-br.com/humornatela/63758/Hist%F3rias+de+um+Suporte+T%E9cnico+de+Inform%E1tica.html

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Por que não devo usar um estabilizador

Bom pessoal, tenho certeza que se eu postar um tópico aqui no fórum com a seguinte pergunta: Devo ou não usar um estabilizador ? No mínimo, 80% das respostas seriam do tipo: " Claro, afinal ele protege o PC de surtos na rede ", " Sim, afinal, proteção nunca é demais ". Pois bem pessoal, como discordo plenamente dessas respostas, resolvi fazer uma ampla pesquisa e escrever esse artigo, para mostrar da melhor forma, o porque não devo usar um estabilizador, e porque ele além de não ajudar, ainda atrapalha o trabalho da fonte de alimentação.

Primeiramente, recomendo a todos a leitura do teste abaixo, que comprova a ineficácia dos estabilizadores.

http://www.proteste.org.br/private/41/416491_Attach.pdf

Como podem ver no teste, o estabilizador não honra o seu nome, e não estabiliza nada, ainda há os que dizem que existem os bons estabilizadores, depois do que li, eu afirmo que não existe, pelo simples fato de que não importa o estabilizador, ele vai sempre redobrar o trabalho da fonte chaveada. O estabilizador é muito mais lento do que a fonte, ele é uma tartaruga perto de uma Ferrari, ele atrapalha a fonte pelo seguinte fato:

A frequência de trabalho do estabilizador é de 60 Hz, quando acontece algum surto na rede, ele demora no mínimo 0,008 segundos para " corrigir " esse surto. Aparentemente ele seria rápido, afinal, 0,008 segundos é muito pouco tempo. Mas acontece que as fontes de boa qualidade trabalham a 400 KHz, as famosas genéricas, as mais fraquinhas, trabalham a 100 KHz. A fonte irá corrigir esse surto na rede no seu próximo ciclo de trabalho, assim como o estabilizador, porém a fonte levaria 0,0001 segundos para corrigir o surto, ou seja, a fonte já corrigiu o problema na rede, depois de muito tempo, chega o estabilizador e entrega a fonte a tensão diferente (Devido ao pico), teoricamente corrigida por ele, lá vai a fonte novamente corrigir a tensão, dessa vez, culpa do estabilizador, por esse motivo, nenhum estabilizador é recomendado, mesmo que os ditos bons, consigam estabilizar surtos na rede elétrica, ele irá fazer sua fonte trabalhar mais. Para proteger o seu monitor e periféricos, pode ser usados filtros de linha, que ao contrário do estabilizador, não atrapalham o trabalho da fonte, a mesma pode ser usada em conjunto do filtro de linha, ultimamente tenho recomendado os produtos da Clamper, que são de boa qualidade, baratos, e fáceis de se achar.

http://www.clamper.com.br/produtos_l...%20Residencial

Espero que depois da leitura do artigo, o pessoal deixe de usar o estabilizador e compre logo um DPS Clamper, ou um No-Break, esse segundo sendo mais caro, porém melhor, pois mantém o PC funcionando em caso de queda da energia elétrica. Uma pergunta simples para encerrar, alguém aqui usa estabilizador na televisão ? Geladeira ? Freezer ? Som ? Creio que não, pois bem, para que então usar em nossos computadores dos quais tanto gostamos.


Creditos: http://www.guiadohardware.net/comunidade/showthread.php?t=751338&highlight=devo+estabilizador

sábado, 25 de julho de 2009

Virtual Private Network

Rede Particular Virtual (Virtual Private Network - VPN) é uma rede de comunicações privada normalmente utilizada por uma empresa ou um conjunto de empresas e/ou instituições, costruída em cima de uma rede de comunicações pública (como por exemplo, a Internet). O tráfego de dados é levado pela rede pública utilizando protocolos padrão, não necessariamente seguros.
VPNs seguras usam protocolos de criptografia por tunelamento que fornecem a confidencialidade, autenticação e integridade necessárias para garantir a privacidade das comunicações requeridas. Quando adequadamente implementados, estes protocolos podem assegurar comunicações seguras através de redes inseguras.
Deve ser notado que a escolha, implementação e uso destes protocolos não é algo trivial, e várias soluções de VPN inseguras são distribuídas no mercado. Adverte-se os usuários para que investiguem com cuidado os produtos que fornecem VPNs. Por si só, o rótulo VPN é apenas uma ferramenta de marketing.

Funcionamento

Basicamente, quando uma rede quer enviar dados para a outra rede através da VPN, um protocolo, exemplo IPSec, faz o encapsulamento do quadro normal com o cabeçalho IP da rede local e adiciona o cabeçalho IP da Internet atribuída ao Roteador, um cabeçalho AH, que é o cabeçalho de autenticação e o cabeçalho ESP, que é o cabeçalho que provê integridade, autenticidade e criptografia à área de dados do pacote. Quando esses dados encapsulados chegarem à outra extremidade, é feito o desencapsulamento do IPSec e os dados são encaminhados ao referido destino da rede local.

Segurança

Quando adequadamente implementados, estes protocolos podem assegurar comunicações seguras através de redes inseguras. Hoje diversas empresas interligam suas bases operacionais através de um VPN na internet. Um sistema de comunicação por VPN tem um custo de implementação e manutenção insignificantes, se comparados aos antigos sistemas de comunicação física, como o frame-relay por exemplo - que tem um custo exorbitante e segurança muito duvidosa. Por este motivo muitos sistemas de comunicação estão sendo substituídos por uma VPN, que além do baixo custo, oferece também uma alta confiabilidade, integridade e disponibilidade dos dados trafegados. Sistemas de comunicação por VPN estão sendo amplamente utilizados em diversos setores, até mesmo os setores governamentais no mundo inteiro utilizam este recurso. As Polícias Federais em todo mundo já substituiram seu sistema de comunicação de dados pela VPN. O caso serve de exemplo de como o sistema é viável e oferece absoluta segurança e muita confiabilidade.

Configuração

Para se configurar uma VPN, é preciso fazer através de serviços de acessos remotos, tal como o RAS, encontrado no Windows 2000 e em versões posteriores, ou o SSH, encontrado nos sistemas GNU/Linux e outras variantes do Unix. Você terá que configurar os dois lados da rede para fazer esse "tunelamento" entre elas.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Virtual_Private_Network

domingo, 5 de julho de 2009

Migrando do Linux para o FreeBSD

Introdução

Todo mundo que conhece ou já ouviu falar de um sistema operacional UNIX-Like gratuito, pensa no Linux, e na maioria das vezes já o usou também, nem que seja para matar a curiosidade. Entretanto, o GNU/Linux não é o único sistema operacional UNIX-Like gratuito existente. O FreeBSD http://www.freebsd.org> e seus parentes, NetBSD , e OpenBSD , são todos ramificações do BSD UNIX, uma versão comercial do UNIX, também conhecida como Berkeley Software Distribution. Este artigo vai ajudá-lo a aprender um pouco mais sobre o FreeBSD, suas principais diferenças do Linux, e vai orientá-lo num possível processo de migração.

Não como o Linux, que usa a licença GPL, a família BSD usa uma licença própria. Para resumir as diferenças entre as duas licenças em uma sentença, a licença GPL requer que qualquer mudança feita no código se torne pública e licenciada na própria GPL. A licença BSD não precisa deste requerimento, qualquer mudança feita no código, o proprietário pode deter a licença.
Existem muitas outras grandes diferenças no funcionamento do FreeBSD e outras grandes distribuições de Linux. Este artigo vai mostrar-lhe as grandes diferenças que encontrei quando troquei meu Linux pelo FreeBSD.
Apesar de que algumas pessoas discordem neste ponto, o termo Linux apenas se refere ao kernel do sistema, nada mais. As aplicações que você utiliza na sua distribuição Red Hat ou Debian, são utilitários adicionados pela respectiva distribuição. FreeBSD, de outro modo, refere-se ao sistema operacional como um todo. FreeBSD é o kernel, assim como as aplicações básicas necessárias para o uso do computador, assim como os comandos "mv" ou "cp". Essa diferença resulta na existência de várias distribuições de Linux, como Mandrake, SuSE, Debian e Slackware. Qualquer um que tenha usado tanto o Mandrake quanto o Debian pode dizer que existem muitas diferenças entre os dois. Só existe um FreeBSD. O meu FreeBSD é o mesmo FreeBSD que você tem - exceto por diferenças entre as versões, FreeBSD é FreeBSD.
Três grandes distribuições de Linux, Red Hat, Mandrake e SuSE usam o gerenciador de pacotes RPM. O RPM faz a instalação, upgrade, desinstalação, e checa as dependências para programas instalados nessas distribuições. Apesar de que o RPM cheque por erros de dependência antes de instalar um programa, o RPM deixa muito a desejar. Por exemplo, o RPM não pode buscar outros RPMs que serão necessários para solucionar os erros de dependência. Eu conheço no mínimo três projetos que tentam resolver isso, o urpmi, o apt-get do Debian, que de qualquer jeito não é relacionado ao RPM, e é uma função somente do Debian, e uma junção entre o RPM e o apt-get. Se você está disposto a usar algum dos três métodos citados acima, você terá que encontrar e baixar manualmente os RPMs requeridos. Parece fácil? Muito fácil até que você tente instalar manualmente o gnome ou fazer um upgrade do XFree através de RPMs. Depois de você encontrar os RPMs corretos, eles podem ser para o SuSE, e se você está rodando um Red Hat, existem possibilidades dos RPMs não funcionarem.
Cada distribuição de Linux é diferente, e onde elas mais se diferem é no layout do sistema. Estou certo que a maioria das pessoas já ouviram falar que o SuSE põe o KDE no /opt enquanto o Red Hat põe o KDE no diretório /usr. Para piorar ainda mais, o RPM não reconhece programas que foram compilados pelo código fonte. Se você tiver o último e melhor Qt compilado pelo código fonte, o RPM nem vai desconfiar que ele existe se você tentar instalar o KDE pelos RPMs.
O FreeBSD usa o que é conhecido como "packages" para instalar, desinstalar, e atualizar aplicações. O comando pkg_add é usado para instalar um pacote que você baixou manualmente para o seu computador. Você ainda pode rodar o pkg_add com a opção "-r" seguida do nome do pacote, que ele será baixado automaticamente da internet, e tudo mais o que ele necessita para rodar. Mas o mais impressionante nos pacotes do FreeBSD é o ports. O ports é uma árvore hierarquica de aplicações portadas para o FreeBSD. Cada diretório contém um Makefile e todas as informações necessárias para baixar, compilar e rodar um aplicativo portado para o FreeBSD. Por exemplo, se eu quero instalar o Apache Web Server, tudo o que eu tenho que fazer é entrar no diretório /usr/ports/www/apache, digitar make install, e dar uma volta pra tomar um cafezinho.
Levando em conta que eu tenha um bom computador com uma conexão à internet rápida, quando eu voltar o ports terá baixando o código fonte do Apache, compilado e instalado para mim! O ports também baixa, compila e instala todas as dependências que o Apache precisa para rodar. Não interessa se eu já havia instalado alguma dependência do Apache pelo ports, se eu já havia compilado manualmente essa dependência, ou instalado por um pacote binário. O ports acha essa dependência desde que ela esteja no seu $PATH, e funcionando corretamente.
Outra diferença entre o Linux e o FreeBSD, é que com o FreeBSD, 99% do que você instala via ports ou pkg_add, por padrão vai para o /usr/local, enquanto no Linux, na maioria das vezes vai para o /usr, e algumas vezes para o /opt. É uma diferença pequena, mas é bom saber que tudo o que você instala está no /usr/local e não espalhado pelo sistema todo.
O FreeBSD usa um programa chamado cvsup para manter-se atualizado. Uma vez que você criou um arquivo de configuração, o cvsup compara os arquivos locais do seu sistema, com os arquivos que estão no servidor cvs, e atualiza automaticamente todo o sistema. Você pode usar o cvsup para manter sua árvore do ports atualizada, e também para manter o seu código do FreeBSD estável e atualizado.
Não como o Linux, que normalmente apenas o kernel é baixado e compilado em um período regular, você pode facilmente baixar todo o código do sistema operacional com o cvsup. A principal vantagem de usar o cvsup é que o FreeBSD estará sempre atualizado de uma maneira extraordinariamente simples. Depois de baixar o novo código fonte, você compila o novo kernel, e em seguida, compila o resto do sistema operacional, usando um simples comando: make buildworld. Depois você muda para o modo single user e instala tudo com outro comando também muito simples: make installworld. É muito fácil!
O modo como as partições são vistas pelo Linux e pelo FreeBSD é muito diferente.
O Linux vê um disco rígido como se ele fosse dividido em diferentes partições. O que nós normalmente conhecemos como partição, o FreeBSD chama de slice. Dentro de cada slice, existem uma ou mais partições do BSD. Essas partições do BSD são o que aparecem no /etc/fstab.
Talvez a próxima grande diferença entre o Linux e o FreeBSD é a filosofia de como os dois sistemas operacionais são projetados. O Linux tende a ter novos drivers e recursos muito antes que o FreeBSD. Os desenvolvedores do FreeBSD são muito mais conservadores. Eles preferem códigos testados e aprovados a novos recursos fúteis, preferindo esperar os maiores bugs serem descobertos e consertados. Caso o FreeBSD seja usado em um desktop e você deseja utilizar os últimos recursos de hardware e drivers, isto pode ser um problema. Mas caso o FreeBSD seja usado em um servidor, você terá códigos testados e aprovados. Porém, quem vai querer utilizar uma placa de vídeo com recursos 3d e mais um monte de coisas fúteis em um servidor?
Outra diferença é no que é instalado por padrão. Se você rodar a instalação padrão de um SuSE, você vai ter no mínimo um gigabyte de software instalado. O FreeBSD, ao contrário, instala somente o básico. Ele instala somente o que é essencial para o funcionamento do sistema, sendo que você ainda pode instalar mais de quatro mil aplicações via ports. A maioria dos programas que rodam no Linux já estão portados e rodando no FreeBSD, a única diferença, é que no Linux eles são instalados por padrão, a menos que você use um Debian, essas aplicações terão que ser baixadas manualmente da internet. No FreeBSD, essas aplicações são opcionais. Outra diferença é a shell, no Linux, a shell padrão é o bash, e no FreeBSD é o tcsh.
Para aplicações comerciais, como Oracle ou HP Openmail, o FreeBSD oferece uma compatibilidade com o Linux. Esta compatibilidade permite que o FreeBSD rode arquivos binários do Linux quase na velocidade que eles rodariam no próprio Linux. Dependendo da aplicação, ela pode ser rodada na velocidade nativa do Linux, como se estivesse mesmo no Linux. Esta compatibilidade é um passo acima da emulação. As bibliotecas requeridas pelo Linux são instaladas no FreeBSD em forma binária. Quando você tenta rodar uma aplicação do Linux no FreeBSD, o sistema entende que é um arquivo binário do Linux, e simplesmente aponta o arquivo binário para as bibliotecas que ele precisa para rodar.
Depois da grande explosão dos "ponto-com´s" pelo mundo inteiro, em 98/99, o Linux era o grande comentário. Todos os usuários de computador já haviam ouvido falar sobre um sistema operacional gratuito que estava competindo com a Microsoft, tanto em estações de trabalho como em servidores. Atualmente, os usuários de Linux estão cada vez aumentando mais. Mesmo assim, muitas pessoas estão começando a ouvir falar do FreeBSD. Espero que este artigo tenha ajudado você a entender um pouco mais sobre o FreeBSD como uma possível solução para o que você precisa. No final das contas, Linux e FreeBSD são gratuitos, então por que não comparar os dois e chegar a uma conclusão de qual dos dois é melhor sistema operacional para você?

Fonte:
http://under-linux.org/wiki/index.php/Artigos/Linux-para-FreeBSD

quinta-feira, 2 de julho de 2009

13 Notebooks para cada tipo de Homem

1. O Milionário


Macbook Pro com Ouro 24k e diamantes

Os portáteis da Apple por si só já são ícones de exclusividade e de “poder mais que outros”, mas com um banho de ouro 24 kilates e diamantes, fica ainda mais exclusivo e serve perfeitamente para Homens Milionários, exigentes, que PODEM pagar.

2. O Gamer


Alienware Area 51 M9750

O notebook da Alienware Area51 foi projetado para os Gamers, solteiros viciados ou casados que são um encosto pra esposa. Equipado com o que há de melhor para jogos.

3. O Blogueiro


G-Tune Nextgear Note M700

O homem-blogueiro passa horas por dia em frente ao computador, edita imagens, navega por dezenas de sites ao mesmo tempo, ouve música, está logado no GTALK, MSN, MIRC e até enviando sinais de fumaça… tudo ao mesmo tempo; precisa de um portátil que suporte o tranco… e o blogueiro.

4. O Designer


Fujitsu Lifebook a6110 com tecnologia point and write

O Designer precisa de um notebook que tenha algo a mais, que sirva para o momento de criatividade e de inspiração; e este com tecnologia no qual pode-se desenhar no touchpad é um ótimo aliado para o homem-Designer-perfeccionista

5. O Futurístico


Sony Vaio com tela holográfica

O homem do futuro ou futurístico está sempre a frente do seu tempo e dos demais, claro… e não pode andar com um notebook comum, normal… precisa de algo inusitado, diferente de tudo que já se viu ou se tem notícia

6. Os Exigentes


Alienware com 640GB

Os homens exigentes são…exigentes normalmente chatos e detalhistas, precisam de um portátil sempre perfeito e melhor do o do seu melhor amigo, nem que seja pela cor da etiqueta do preço.

7. O Móvel


Toshiba Portege R500

O homem mobile (leia-se cigano) precisa que tudo caiba em sua mochila! e que seja portátil, pequeno, leve. Então… qual a próxima parada?

8. O Aventureiro


Asus U3S Com GPS
Para o homem aventureiro não há tempo ruim nem “local impossível”… muito menos notebook que não sirva, desde que tenha um GPS! Sendo assim o notebook mais do que um aparelho, um verdadeiro companheiro de aventuras!

9. O na Moda


Sony Vaio Type C Luxo e Desempenho em 4 cores

O homem na moda: antenado com todas as tendências está sempre em busca de um notebook moderno e que combine, de preferência indicado pelo seu Personal Tecnologic Style…

10. O Esportista


Lenovo Xiang - Notebook Oficial das Olimpíadas de 2008

Entre uma corrida e um treino… suor, uma conferida na caixa de emails e informação acima de tudo!

11. O Elegante


Thinkpad Reserve Edition

O homem requintado e discreto acaba sendo elegante. Não é do tipo que cola o adesivo do time do coração no note… e sim que tem um portátil com acabamento em cooouro, muito cooooooouro… se é que me entendem

12. O Pão Duro


Notebooks Baratos da Sotec

O homem pão duro é uma desgraça, quer o melhor mas não quer pagar pela qualidade… ele não precisa de um notebook sofisticado, mas sim um bom lacre em sua carteira ou deste portátil da Sotec.

13. O Executivo


Fujitsu Tablet-PC P1610

O executivo quer - e precisa - sempre, APARECER. Por isso nada melhor do que um notebook capaz de se apresentar em várias posições. Baseado no kama-sutra ele ataca seus clientes!

E então, qual é o seu notebook dos sonhos?

Fonte:
http://papodehomem.com.br/12-notebooks-para-cada-tipo-de-homem/

Notebooks X Laptops

O termo laptop provavelmente foi criado pelos mesmos que inventaram o desktop, porque traduzindo ao pé da letra laptop quer dizer em cima do colo, assim como desktop quer dizer em cima da mesa. Aqui no Brasil é costume o pessoal chamar os desktops de computadores de mesa, o que está perfeitamente correto, porém eles não chamam os laptops de computadores de colo. Talvez o fato de o termo ser meio estranho o fez cair em desuso, e ser substituído por notebook. Mas no fundo os dois querem dizer a mesma coisa, e realmente o que muda é o costume local.


A denominação correta dos notebooks são basicamente hoje:

1) Entry-level - modelos destinados ao mercado de entrada. Oferecem o preço como seu atrativo.
2) Business - não são notebooks ‘high-end’ mas seus fabricantes prezam por linhas sóbrias, sem muitos atrativos no design, e nem costumam a ser muito leves. São desenhados para serem mais resistentes ao dia a dia de um funcionário de empresa que necessita de um notebook para trabalho no campo ou no escritório. Alguns não tem nem dispositivos de entrada como leitores de mídia óptica e leitores de disquete. Prezam também por questões de segurança, como a utilização de chips baseados em TPM (Trusted-media plataform). É a linha Latitude da Dell, a maioria dos IBMs, a linha NX da HP.
3) ‘desktop-replacements’ - notebooks que prezam pela performance ao invés da mobilidade. Geralmente são concebidos para usuários que querem comprar uma plataforma robusta, em forma de notebook. Os Alienwares são os mais visados nessa área, bem como alguns notebooks equipados com telas de 17″ e aceleradoras gráficas ‘top’ de linha. Os Acer série 5000/6000, e os Dell XPS também entram aqui.
4) “mobile workstations” - notebooks desenhados para quem quer trabalhar com um notebook profissionalmente. Em tese a maioria dos MacBook Pro são concebidos para essa área. Outros fabricantes de PCs também tem modelos destinados a esse tipo de profissional, que se destaca geralmente por possuir uma aceleradora dedicada à area profissional, como as linhas ATI FireGL e NVidia Quadro. A Série Precision M da Dell, por exemplo, faz parte dessa linha de notebooks.
5) Ultraportáteis. Esse talvez pertença à área de notebooks denominada outrora como laptops. Eles prezam pela leveza e autonomia. Geralmente utilizam os processadores mais econômicos do mercado - como os Core Solo/Duo série U (anteriormente era o Pentium M 1.1ULV), e pesam menos de 1.5kg. Não possuem aceleradoras gráficas dedicadas, e atendem quem preza pela portabilidade. Menores do que eles, hoje, estão sendo lançados os UMPCs, projetos de notebooks menores, mais compactos, com os mesmos recursos dos atuais ultraportáteis.

Fonte:
http://www.extravase.com/blog/notebooks-x-laptops-qual-o-melhor/

terça-feira, 23 de junho de 2009

A briga dos antivirus

Muito se fala que X é melhor ou que Y é pior, mas os gráficos podem lhe dar uma maior certeza de qual escolher

Uma coisa é fato: em tempos onde a internet é essencial para a maioria das atividades, não se deve arriscar a segurança dos seus arquivos deixando o computador desprotegido. Devido a isso, a utilização de um bom antivírus é crucial, pois ele pode garantir maior confiabilidade e diminuir o risco de prejuízos em todos os sentidos.
O Baixaki testou os principais antivírus da atualidade. Tanto opções gratuitas como pagas podem lhe oferecer segurança, mas escolher o software que guardará seu sistema contra intrusos e pragas é uma decisão que cabe somente a você. Como há vários softwares para realizar esta tarefa, disponibilizamos abaixo alguns gráficos comparando o desempenho, a velocidade e a capacidade de detectar vírus de alguns softwares campeões de download.

Realizando os testes
Evidentemente, não poderíamos realizar um teste desses numa máquina qualquer, porque o risco de estragar o sistema operacional ou até mesmo algum item de hardware é grande. Sendo assim, optamos por utilizar o Windows XP rodando em uma máquina virtual. Evidentemente o desempenho é um pouco menor, mas para efeitos comparativos é um bom método de teste. O computador que utilizamos para rodar o teste foi o seguinte:

* Pentium IV 3.0 Ghz
* 512MB RAM
* Windows XP SP3

Softwares utilizados
Claro que não havia meios possíveis de testar todos os antivírus do Baixaki, por isso tivemos de reduzir o teste a cinco programas principais. Dentre os antivírus gratuitos, escolhemos: AVG, Avira Antivir e Avast. Já entre os softwares privados, usamos: Kaspersky e NOD32. Esses programas foram escolhidos devido à fama que têm e também a qualidade.


Tempo de Varredura

Número de ameaças identificadas

Relação Custo- Benefício


O cálculo para definir a relação custo-benefício foi efetuado através dos preços de cada antivírus e do número de infecções. Quanto maior o número de detecções, mais pontos o antivírus ganha e quanto menor o preço ele também ganha mais pontos. Como apenas o Kaspersky e o NOD32 são pagos, somente eles foram prejudicados no quesito preço.
Utilizamos o preço padrão dos sites, sendo que o Kaspersky custa R$79, 90 e o NOD32 custa R$89, 90 (preços verificados em fevereiro de 2009). O número de detecções foi calculado segundo uma tabela pré-estabelecida, sendo que o único antivírus que recebeu mais de dez pontos neste quesito foi o Kaspersky e os demais tiveram notas mais baixas.
Conclusão
Observando os gráficos comparativos, percebe-se que o Kaspersky é o mais eficiente no quesito detecção de pragas. Já quando o assunto é tempo, ninguém consegue superar o Avast. E quanto à relação custo-benefício, o AVG mostra-se a opção mais interessante. Apesar de estas conclusões serem óbvias, em nossos testes não pudemos analisar a fundo o que cada antivírus apresentou após o resultado da análise.
Vale frisar que em alguns casos um programa ou outro pode ter identificado mais vírus devido ao modo como ele trata cada arquivo. Portanto, o AVG ter identificado mais pragas que seus concorrentes gratuitos não significa, necessariamente, que ele seja imbatível.
Evidentemente, fica a seu critério escolher qual o melhor para sua necessidade. Em caso de adquirir um antivírus, não resta dúvidas que o Kaspersky é de longe o melhor — e também mais barato que o NOD32. Já entre os gratuitos, todos são boas opções, basta você analisar bem o que procura.

Creditos: http://www.baixaki.com.br
Link da Matéria: http://www.baixaki.com.br/info/1602-a-briga-dos-antivirus.htm
http://www.invasao.com.br/2009/04/04/a-briga-dos-antivirus/

Saiba como apagar e prevenir rastros no computador

Aprenda aqui algumas dicas para apagar e prevenir aqueles “rastros” indesejáveis que se deixa no computador após algumas horas de trabalho ou diversão:

Documentos recentes
Para apagar a lista de Documentos Recentes clique em Iniciar > Executar, digite “recent” (sem aspas) e tecle Enter. Uma nova janela irá se abrir com o atalho para todos os arquivos que foram recentemente acessados. Você pode escolher apagálos individualmente ou selecionar todos para apagá-los de uma única vez.

Histórico do Internet Explorer
Para apagar a lista que mostra os sites acessados no Internet Explorer vá em Iniciar > Painel de controle > Opções da Internet e no campo Histórico clique no botão
Limpar Histórico.

OBS: Você pode aproveitar e definir para 0 (zero) o número de dias que o histórico manterá o endereço das páginas.

Arquivos temporários e cookies
Usando os mesmos passos do Histórico, clique no campo “Arquivos de Internet Temporários” e clique em “Excluir arquivos“. Isso excluirá imagens e outros arquivos que são guardados para economizar tempo de navegação em páginas muito visitadas. Depois clique em “Excluir cookies” (cookies são pequenos arquivos que os sites criam em seu computador para que você tenha uma espécie de identificação em futuras visitas). É bom lembrar que ao excluir os cookies os “logins automáticos” de sites que exigem senhas serão desabilitados e você terá de redigitá-los para que essas informações voltem a ficar armazenadas em seu computador em um novo cookie.

Autocompletar e-mails do Outlook Express
Inicie o Outlook Express, clique em Ferramentas > Opções e clique na aba “Envio” desmarcando a opção “Completar endereços de e-mail automaticamente ao redigir“.

Arquivos .LOG
É comum que programas salvem arquivos sobre atividades ou conversas (no caso de programas que envolvem chats). Tudo isso, geralmente, fica guardado em arquivos .log.

Para apagá-los vá em “Iniciar > Pesquisar“, escolha a opção “Todos arquivos e pastas” e certifique-se que a opção de procurar em arquivos ocultos está marcada. No campo “Todo ou parte do nome do arquivo” digite: *.log – Espere a busca terminar, e surpreenda-se com a quantidade de arquivos. Segurando a tecla CTRL vá marcando quais arquivos deseja eliminar e tecle “DEL”.

Arquivos temporários
Vá em Iniciar > Todos os programas > Acessórios > Ferramentas de sistema > Limpeza de disco.

Marque todas opções e clique em OK. Além de apagar muitos “rastros”, você irá recuperar um bom espaço em disco.

Fonte:http://www.invasao.com.br/2009/04/07/saiba-como-apagar-e-prevenir-rastros-no-computador/